O artista utiliza técnicas mistas, mas sobretudo aquarela. As imagens são resultado de uma metodologia toda própria, onde a observação é o primeiro passo. Depois, ele fotografa o que deseja pintar e a partir da foto elabora esboços em grafite, para posteriormente finalizar a obra.
Marcos Ramis é presença marcante durante a abertura e fechamento do presépio do Museu do Folclore, quando as Folias de Reis estão sempre presentes. São nestes momentos que ele cria e desenvolve seus trabalhos, com os quais presenteia os personagens registrados em seus traços e cores.
Esta exposição tem uma relevância especial, por reafirmar o valor do nosso patrimônio imaterial e por dar visibilidade a manifestações culturais que seguem vivas, graças à memória, à fé e ao envolvimento das comunidades do Vale do Paraíba (Mariana Boujadi – museóloga do Museu do Folclore Angela Savastano).
Perfil
Marcos Ramis é natural de São Paulo e está em São José dos Campos desde 1978. Ele possui formação em Publicidade e Propaganda, mas sua verdadeira vocação e fazer residem no desenho e na ilustração. Sua história é marcada pela forte influência do irmão e artista plástico José Maria Ramis, já falecido.






Fotos: Ricardo Savastano e Silvia Maria Souza
